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Gerar hash MD5 e SHA

Crie hashes MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-512, SHA-3 e BLAKE3 de textos ou arquivos e compare checksums. Tudo é calculado no seu dispositivo, sem upload.

Hashes
Os hashes aparecem aqui enquanto você digita. Uma entrada vazia também tem hashes: digite e apague para vê-los.
Roda no seu navegador · sem uploadComo funciona

Como usar: Gerador de hash

  1. 1

    Escolha Texto ou Arquivos

    Digite ou cole um texto, ou mude para Arquivos e solte um ou mais arquivos de qualquer tamanho.

  2. 2

    Escolha os algoritmos

    Selecione os hashes de que você precisa — com menos algoritmos, arquivos grandes terminam mais rápido — e o formato de saída.

  3. 3

    Compare ou copie

    Cole o checksum esperado para ver qual hash confere, ou copie qualquer valor com o botão ao lado.

  4. 4

    Adicione uma chave para o HMAC

    Ative o HMAC e informe o segredo para calcular assinaturas com chave em vez de hashes simples.

Limites e Pro

Grátis e sem cadastro: gere hashes de até 20 arquivos de uma vez, sem limite de tamanho (arquivos de vários gigabytes são lidos em blocos de 8 MB), e de textos de qualquer tamanho que seu navegador aguente.

O Pro remove os anúncios; a velocidade e os limites do cálculo são os mesmos em todos os planos. Ver o Pro

Sobre: Gerador de hash

Uma função hash transforma qualquer entrada em uma impressão digital curta e de tamanho fixo: mude um único byte e a impressão digital muda por completo. Este gerador calcula dez delas lado a lado — MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384, SHA-512, SHA3-256, SHA3-512, BLAKE2b-512, BLAKE3 e CRC32 — para o texto que você digitar ou para os arquivos que escolher, com saída em hex em minúsculas, hex em maiúsculas ou Base64.

O texto é processado em UTF-8, exatamente como foi digitado, e por isso o resultado bate com o que sha256sum ou o hashlib do Python geram para os mesmos bytes. Os arquivos são lidos em fatias de 8 MB dentro de um Web Worker, e todos os algoritmos selecionados são atualizados em uma única passagem. É assim que dá para verificar uma imagem de disco de vários gigabytes sem carregá-la na memória; uma barra de progresso mostra a velocidade em MB/s e Cancelar interrompe o trabalho na hora.

Cole o checksum publicado junto de um download na caixa de comparação e o algoritmo correspondente é destacado — hex em maiúsculas ou minúsculas, Base64, ou uma linha inteira no formato de checksum GNU ou BSD. Ative o HMAC para assinar textos ou arquivos com uma chave secreta usando HMAC-MD5, HMAC-SHA-1, HMAC-SHA-2, HMAC-SHA3 ou HMAC-BLAKE2b, por exemplo para conferir a assinatura de um webhook.

MD5 e SHA-1 estão quebrados para fins de segurança e o CRC32 só detecta corrupção acidental; use-os para checksums, não para assinaturas. Nenhum desses hashes rápidos serve para armazenar senhas, que exigem uma função deliberadamente lenta, como bcrypt ou Argon2.

Privacidade

Textos e arquivos são processados por código WebAssembly que roda nesta aba; nenhum arquivo, texto ou chave HMAC é enviado, e a biblioteca de hash só é baixada na primeira vez que você digita ou escolhe um arquivo. Suas escolhas de algoritmo e formato ficam no armazenamento local; as entradas e os resultados, não.

Recursos

Processa arquivos enormes

Blocos de 8 MB em um Web Worker, com progresso, velocidade e cancelamento — sem gigabytes na memória.

Comparação de checksum

Cole um hash publicado em hex, Base64 ou formato sha256sum e veja na hora se confere.

Assinaturas HMAC

HMAC com chave usando MD5, SHA-1, SHA-2, SHA-3 e BLAKE2b, para conferir webhooks e APIs.

Gerador de hash: perguntas frequentes

Por que meu hash não confere com o da linha de comando?
Em geral a entrada difere por bytes invisíveis. O echo acrescenta uma quebra de linha, a menos que você use echo -n; arquivos do Windows podem terminar as linhas com CR LF; e um texto copiado pode trazer um espaço no final. Gerar o hash do próprio arquivo na aba Arquivos evita diferenças de copiar e colar. Confira também o algoritmo: SHA-256 e SHA3-256 têm o mesmo tamanho, mas valores diferentes.
Como verifico uma ISO ou um instalador que baixei?
Abra a aba Arquivos, solte o arquivo baixado e cole na caixa de comparação o checksum do site de quem o publicou. Se o algoritmo correspondente ficar verde, o arquivo está íntegro. Se não conferir, o arquivo está corrompido ou é outro. A comparação só prova a integridade se o checksum publicado vier de uma página confiável ou estiver assinado.
MD5 ou SHA-1 ainda são seguros?
Para detectar corrupção acidental ou encontrar arquivos duplicados, funcionam bem e são rápidos. Para qualquer coisa que um invasor possa influenciar, como assinaturas, certificados ou provar que um arquivo não foi trocado, não servem: existem ataques práticos de colisão contra os dois. Prefira SHA-256, SHA-512, SHA-3 ou BLAKE3 em trabalhos novos e mantenha o MD5 só onde um sistema legado exigir.
Posso gerar o hash de arquivos maiores que a memória do meu computador?
Sim. O arquivo nunca é carregado inteiro: o worker lê uma fatia de 8 MB por vez, passa para cada algoritmo selecionado e a descarta, então o uso de memória fica estável, seja o arquivo de 10 MB ou de 20 GB. A velocidade depende do seu dispositivo e dos algoritmos escolhidos; um único SHA-256 é bem mais rápido do que os dez ao mesmo tempo.
O que é HMAC e quando preciso dele?
O HMAC combina um hash com uma chave secreta, de modo que só quem conhece a chave consegue gerar o mesmo valor. Serviços como GitHub, Stripe e Slack assinam webhooks assim. Cole o corpo bruto da requisição como texto, informe o segredo de assinatura, escolha SHA-256 e compare o resultado com o cabeçalho da assinatura, que costuma estar em hex ou Base64.